PSB Nacional estaria organizando expulsão de Ricardo para fevereiro

A cautela do PSB Nacional para analisar o pedido de expulsão do ex-governador Ricardo Coutinho, também de destitui-lo da presidência da Fundação João Mangabeira, tem limite. Pode acontecer em fevereiro. Até lá o partido carregará o desgaste de proteger um filiado acusado de corrupção. 

A propósito do mês, é quando o Superior Tribunal de Justiça julga o pedido da PGR – Procuradoria Geral da República, que pede a volta da prisão do ex-governador paraibano a prisão. Ele foi solto graças a uma “gentileza” do ministro Napoleão Nunes.

A informação repassada ao blog é que o partido de Carlos Siqueira está se organizando para expulsá-lo, por entender que as denúncias contidas nas investigações do Ministério Público com relação a Operação Calvário, contra o socialista paraibano, são graves.

Tem uma ala que defendeu a expulsão desde a prisão de Coutinho. Porém, o vice-presidente Paulo Câmara, governador de Pernambuco, pediu cautela por entender existir apenas uma investigação.

“O certo é que ele (Ricardo Coutinho) não se sustenta mais como filiado do Partido Socialista Brasileiro”, disse o interlocutor.

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