RC admite ir até o fim; tudo que Lígia não queria ouvir

Uma ducha de água fria nas pretensões da médica Lígia Feliciano (PDT), vice-governadora, as declarações proferidas agora a pouco pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), admitindo ir até o final do seu segundo mandato. No entanto, é possível que ele venha mudar de ideia. Deu-se em entrevista em meio a reunião com os prefeitos e vices eleitos, ou reeleitos, na manhã desta segunda-feira (10).

Não é a primeira vez, mas o suspense o governador deverá manter até o undécimo momento da desincompatibilização, caso seu projeto político inclua o mandato de senador da República. É possível que, por ora, até para atrair os prefeitos eleitos para o seu PSB, a permanência no mandato até 31 de dezembro de 2018, onde buscará eleger o seu sucessor.

Disse: “Não estou pensando em muita coisa. Eu jogo onde for melhor para o time. Se tiver que continuar no governo até o final, eu fico. Não tenho nenhum problema com isso”. É bom lembrar que o afirmado hoje não significa que isso irá prevalecer.

Voltando ao palco sobre o tema, o governador Ricardo Coutinho a decisão caberá ao PSB, seu partido: “Se achar que deve fazer parte de uma chapa em qualquer posição, farei parte. Não é uma coisa que me incomoda”.

De fato, pode não incomodar a ele (Ricardo Coutinho), mas a vice Lígia Feliciano é o mesmo que uma ducha fria nas pretensões dela.