Ricardo seguirá o PSB ou optará por Marina Silva?

Decerto, o governador Ricardo Coutinho será ouvido pela direção nacional do PSB, seu partido. No entanto, ainda não saberia responder sobre a ascensão ou não de Marina Silva à cabeça da chapa presidencial depois da morte de Eduardo Campos.  Em que pese, ainda, o momento de perplexidade a legenda precisa definir a substituição nos próximos dez dias. Ou seja, prazo esse estabelecida pela legislação eleitoral em vigor.

Há uma preocupação entre os socialistas nacionais. Qual seja: quem garante que Marina se manteria no Partido Socialista Brasileiro depois do registra da sua Rede de Sustentabilidade? Essa dúvida também poderá estar passando pela cabeça de Ricardo. Pensar no futuro é uma necessidade e não por opção, até porque o momento exige-se uma reflexão diante da perda do maior líder do PSB.

Uma coisa é certa: em respeito ao momento de luto nenhuma decisão haverá de ser tomada esta semana, o que somente poderá acontecer depois do funeral do ex-governador de Pernambuco. Pergunta-se também se a morte de Campos terá conseqüências nas eleições paraibanas. A dinâmica política local revela que não, pois o cenário eleitoral daqui está muito bem definido.

Mas, enfim, o maior prejuízo eleitoral para o PSB ficou mesmo para a corrida presidencial. Mas é certa que a legenda terá uma enorme dificuldade de optar pelo substituto ou substituta de Eduardo Campos. No mais é perguntar ao governador da Paraíba sobre o futuro do partido dele.