SENADOR DEFENDE VENEZIANO E Lucélio da boataria dos ‘socialistas’

O PMDB se refere ao governador reeleitoral Ricardo Coutinho como “inimigo”. A tese é que os peemedebistas não se uniriam a ele só para satisfazer a vontade de quem no passado desprezou o partido, que por duas vezes ajudou a elegê-lo prefeito de João Pessoa. Não faz o menor sentido juntar-se ao “socialista”, conforme entendimento deste domingo (15), desfazendo boatos de união com o PSB nas eleições de outubro.

A estratégia “socialista” é velha, arcaica e sem o menor fundamento. Ao contrário, no PMDB não tem mudança de rumo e a pré-candidatura de Veneziano Vital do Rêgo – ex-prefeito de Campina Grande – à sucessão governamental está mantida, ainda mais depois da formalização de aliança com o Partido dos Trabalhadores.

Para botar os pontos nos “is”, o senador Vital do Rêgo Filho veio à boca do palco para confirmar que “não existe qualquer possibilidade de acordo com o governador, ainda, que nos oferecesse as vagas de vice e de senatoria”. A especulação foi jogada ao meio-fio pelos “socialistas”, na tentativa vã de desestabilizar a pré-candidatura do peemedebista Veneziano.

Ainda, de acordo com Vital, “nós estamos fechados mesmo é com a candidatura de Veneziano (governador) e Lucélio (senador)”, realçando que “no mais é boataria sem procedência”. Sente-se que a maior preocupação dos “socialistas” é com a pré-candidatura PMDB/PT.

“Veneziano vem se revelando um gigante ao sobreviver contra uma onda descarada para tentar impedir a sua candidatura, gerando a todo dia e semana informações maldosas de sua desistência”, conforme observou o senador Vital do Rêgo.

Adiantou, ainda, “o que na verdade está ocorrendo é o medo dos nossos adversários da ascensão que a candidatura de Veneziano irá experimentar, logo que passar toda essa turbulência, depois das conversações, que ocorrem em duas semanas, então vamos mostrar quem realmente tem a crescer, livre desses factóides e dessa estratégia maldosa de tentar nos tirar da disputa”.

Resistência

Há ruídos na aliança com o PT, porque existe uma resistência da parte dos petistas em relação a coligação na chapa proporcional – disputa das vagas na Câmara Federal e Assembleia Legislativa, “mas nada que possamos solucionar esse problema ao longo dessa semana para chegarmos a convenção unidos em torno de Veneziano, Lucélio Cartaxo e nossos candidatos a deputado federal e estadual”.

O receio dos “socialistas” é que no debate sobre a comparação do governo do PMDB com o PSB, a pré-candidatura peemedebista desconstitua a gestão que pegou uma carona nos projetos do partido.