TURBA DE COMISSIONADOS TENTA sitiar deputados; AL distribui nota

Uma turba (multidão desordenada) tentou invadir nesta quarta (7) as dependências da Assembleia Legislativa. Tinha o objetivo sitiar os parlamentares, que realizavam uma audiência pública com a participação do secretário estadual de Saúde, Waldson Souza, convocado para explicar os supostos malfeitos relacionados ao contrato do Hospital de Trauma, através do governo estadual, com a Cruz Vermelha, irregularidades constatadas pelo Tribunal de Contas do Estado.

Alguns manifestantes foram identificados. Teriam sido comandados pelo presidente do PSB de João Pessoa, Ronaldo Barbosa, que aparece na imagem abaixo de camisa verde. Comandou um grupo de servidores, a grande maioria lotado na Secretaria de Saúde do Estado. Agressão desse tipo é coisa que jamais havia ocorrido na Assembleia. Nada menos do que 200 pessoas participaram da algazarra.

camisaverdeal

Além da desordem, a baderna produziu com seguranças do legislativo estadual feridos. No entanto, sem maiores conseqüências. Felizmente!

Ronaldo Barbosa teria liderado a tentativa de invasão. “Socialista” de carteirinha, ele “reside” no Palácio da Redenção, trabalhando em cargo comissionado ao lado do gabinete do governador do Estado. No começo da noite, a Assembleia distribuiu uma nota com alguns esclarecimentos. Eis trechos da nota abaixo:

“A Assembleia Legislativa da Paraíba é a Casa do Povo, mas tem que zelar pela segurança das pessoas que frequentam as suas dependências…”.

“…“Lamentamos a violência de aparentes claques organizadas, mais preocupadas em cumprir um contrato de exercer um papel, mesmo ao preço da utilização da truculência às pessoas, delapidação do patrimônio publico e desrespeito à convivência democrática”.

Diz, ainda, o seguinte: “Em decorrência da reforma que vem sendo realizada em suas dependências, não pode liberar a entrada de todas as pessoas que vieram participar da sessão especial nesta quarta-feira (7) com a presença do secretário estadual de Saúde, Waldson de Sousa”.

Por fim, ressalta: “Ficou acordado, antes do inicio da sessão, que seria dado acesso às entidades representativas, deputados, imprensa, e depois a entrada das demais pessoas seria liberada até o preenchimento das vagas existentes em plenário”, concluiu.

Camisaal

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