‘PSD NÃO VAI SER INSTRUMENTO para tornar Cássio inelegível’, diz RG

Ao contrário da movimentação de bastidores, o presidente estadual do PSD, Rômulo Gouveia, também vice-governador do Estado, disse que o seu partido não servirá de instrumento para questionar a inelegibilidade do senador Cássio Cunha Lima, possível candidato à sucessão governamental nas eleições de outubro. “Isso é um assunto para a Justiça Eleitoral”, justificou RG se esquivando de um problema maior com o grupo político do que pertenceu um dia.

O que se tem conhecimento é que a assessoria jurídica do governador reeleitoral Ricardo Coutinho (PSB) já trabalha neste sentido, repetindo o que ocorreu durante a cassação de Cássio, quando um partido da base aliada do então prefeito RC – o PCB – foi usado na ação para afastar o ex-governador Cunha Lima do Poder.

A comprovação de que existe a movimentação é que o governo mantém o advogado Marcelo Waick, que atuou na cassação do então governador, como auxiliar de luxo na gestão “socialista” como o principal personagem desse processo.

Discorda de golpe

Em entrevista ao programa RCTV, do Sistema Correio de Comunicação, Rômulo também discordou do governador Ricardo Coutinho acerca da briga com a Assembleia. RC acusa o legislativo de golpe no tocante ao julgamento das contas do governo referente ao exercício financeiro de 2011.

“Acho que não é golpe, pois, particularmente, seria péssimo para Assembleia reprovar as contas do governo, quando isso nunca aconteceu”, destacou Rômulo.

Vice: nem pensar

Rômulo confirmou que teve uma conversa com o governador Ricardo sobre a formação da chapa, destacando que rejeitou o convite para ocupar espaço de vice na chapa majoritária encabeçada pelo PSB.

“Não quero, governador […]. Já cumpri a minha missão”, garantiu Rômulo a oferta feita por Ricardo.

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