PARA RUY, ASSEMBLEIA ACERTA quando debate câncer de próstata

O deputado federal Ruy Carneiro (PSDB) parabenizou a iniciativa da Assembleia Legislativa da Paraíba de realizar a Semana Estadual de Prevenção ao Câncer de Próstata. Como se sabe, o parlamentar é presidente da Frente Parlamentar de Combate ao Câncer na Câmara Federal. Segundo ele, “é importante fazer a discussão sobre a doença e levar o debate ao Congresso Nacional”.

Continuando, ele destaca: “A data serve de incentivo para fomentar o debate e conscientizar o público masculino de que é preciso se prevenir. Muitas doenças podem ser evitadas se os homens procurarem os serviços de saúde com mais regularidade”, afirmou Ruy Carneiro.

De acordo com o deputado, é necessário acabar com o preconceito ainda existente. “A saúde deve ser prioridade. Homens com mais de 45 anos, principalmente, devem realizar os exames de forma periódica”, disse o parlamentar. A Semana de Prevenção ao Câncer de Próstata vai até o próximo sábado (26), na Paraíba.

O deputado destacou a realização de audiências públicas pela Frente Parlamentar nas Comissões de Ciência e Tecnologia, e de Seguridade Social e Família para debater prioridades da pesquisa clínica, e a regulação do acesso à assistência à saúde, com foco na detecção precoce do câncer. As audiências estão previstas para maio, na Câmara dos Deputados.

Ele comentou sobre a disponibilização do arquivo do Manual dos Direitos do Paciente com Câncer e o incentivo para a criação de frentes parlamentares de combate à doença nos estados e municípios, por meio ofícios encaminhados para as Casas Legislativas.O objetivo do Manual é trazer mais qualidade de vida aos pacientes durante o tratamento e pós-tratamento. “Já a criação das frentes parlamentares reforçará o debate nos estados e municípios”, explicou.

Dados

O câncer de próstata é o segundo tipo de câncer que mais mata homens no Brasil, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. A cada seis homens, um tem a doença. Quase 50% dos homens nunca foram ao urologista. Se detectado precocemente, tem de 80% a 95% de chances de cura.A cada 10 pacientes em países subdesenvolvidos, de 3 a 4 morrem da doença. Nos desenvolvidos, a estatística é de 1 para 10.

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