‘Traição’ preocupa o Palácio da Redenção; maioria está ameaçada

O governador Ricardo Coutinho (PSB) foi informado previamente de que perderia a votação da Lei Orçamentária Anual de 2014. Ele queria derrotar a Defensoria Pública, mas a oposição não deixou e contou com o apoio de cinco deputados governistas. Nunca é demais lembrar quem o Palácio da Redenção considera de ‘traidores’. São eles: Carlos Dunga (PTB), Assis Quintans (DEM), Domiciano Cabral (DEM), Jutahy Menezes (PRB) e Vital Costa (PP).

A derrota por antecipação chegou ao governador por meio de um expoente da bancada governista. RC levou o pé atrás. Passa, agora, a se preocupar com o julgamento das contas do seu governo referente ao exercício financeiro de 2011. Como se sabe, passou pelo TCE com ressalva e chegou a ser rejeitada em primeira analise, mas acabou salva pelo gongo de votos dados e modificados posteriormente. Assunto para a volta do recesso parlamentar.

O líder Hervázio Bezerra (PSB) está sendo responsabilizado pela derrota. Normal pela circunstância como ocorreu, sobretudo a intransigência advinda do Palácio da Redenção em perseguir os defensores públicos do Estado. O deputado Carlos Dunga partiu pra cima de HB: “Liderança se conquista e não se impõe com ameaças”. Pelas palavras fortes do parlamentar o endereço foi o outro lado da Praça dos Três Poderes.

Dunga destacou que sempre votou seguindo as orientações do líder governista e que nunca se colocou contrário a nenhuma proposta encaminhada pelo governo na Assembleia. Outros tempos, deputado. 2014 é ano das eleições gerais.

Agora, o governo vai ter que fazer a recontagem de sua bancada e correr atrás de reforços. Do contrário, a coisa estava ruim pode ficar bem pior.

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