Botando pressão para que ministro seja candidato a governador

Não está fácil. Talvez o ministro Aguinaldo Ribeiro (PP) não chegue a resistir a tanta pressão do Palácio do Planalto para declarar-se pré-candidato à sucessão governamental em 2014. A presidente Dilma Rousseff quer, o ex-presidente Lula deseja.  Porém, o principal personagem receia trocar o certo pelo duvidoso.

Avalia que tem a reeleição para a Câmara Federal garantida, Aguinaldo não tem certeza nenhuma de uma eleição para o governo do Estado, ainda mais em tendo que disputar com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), o governador reeleitoral Ricardo Coutinho (PSB) e o ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital (PMDB).

Seria quase impossível se confrontar em igualdade de condições eleitorais com Cássio, Ricardo e Veneziano. O deputado federal licenciado põe-se em dúvida e vive o maior dilema, embora coloque como reserva a irmã deputada estadual Daniella Ribeiro, a opção do grupo para concorrer a vaga na Câmara na vaga do irmão ministro.

Sabe-se que a estratégia de Aguinaldo é outra senão dificultar as coisas para aquele que nomeou como arquiinimo da política paraibana, o pré-candidato e peemedebista Veneziano Vital.

Enquanto a definição não chega, então o que se sabe é que Aguinaldo orienta seu grupo político a indicar cada um nome majoritário e, assim dificultar os entendimentos que o PMDB mantém com os partidos, principalmente aqueles que integram o ‘blocão’, formado pelo PT, PP e PSC.

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