Usaram nome de Cássio para emplacar Hervásio no PPS

Bem que a decisão sobre a dissolução da direção estadual do PPS poderia ter ocorrido na sexta-feira, 13. No entanto, o dia desta quarta (18) começa para o governador Ricardo Coutinho (PSB) e os aliados que empurra para comandar a legenda de Roberto Freire na Capital sob o signo do azar.

Refere-se a uma manobra que tinha o objetivo de levar o deputado Hervásio Bezerra (PSDB), líder do governo, a presidência do PPS na Paraíba a pretexto do, ainda tucano, ser o nome de consenso do governador e do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) para assumir o posto de presidente do Partido Popular Socialista.

Acabariam de uma vez por todas as brigas internas na legenda, pois resolveria o impasse com o argumento de Ricardo Coutinho e Cássio Cunha Lima serem bons aliados, o que não é verdade por pela movimentação do tucano eles deverão ser adversários na sucessão do próximo ano.

O nome de Hervásio estava em cima da mesa do presidente nacional Roberto Freire. O dele e, também, da suplente-deputada Iraê Lucena, ex-PMDB, que neste acordo sairia candidata a uma vaga na Câmara Federal.

O presidente Roberto Freire desconfiou que estivesse sendo enganado e determinou de pronto, a dissolução do Diretório estadual, nomeando uma Comissão Provisória e um interventor para organizar o congresso do partido que vai decidir com quem ficará o comando do PPS, se com o governador Ricardo Coutinho ou o vice-prefeito de João Pessoa, Nonato Bandeira.

Nas pegadas da tentativa de golpe, o mínimo que o filiado do Partido Populista Socialista merece é um convincente lote de explicações.

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