O Ministério Público da Paraíba – leia-se o Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) – ofereceu duas denúncias contra o presidente recém reconduzido da Fiep, Francisco de Assis Benevides Gadelha (foto). A queixa-crime decorre das investigações no âmbito da Operação Cifrão, deflagrada pela Polícia Federal em 2020.
Além de Buega, como é mais conhecido, outras oito pessoas foram denunciadas. São elas: Waldeberto Leite de Oliveira, Catarina Rocha Bernardino, Francisco Petrônio Dantas Gadelha, Kelline Muniz Vieira, Janildo Sales Figueiredo, Francois de Araújo Morais, Alaor Fiúza e Carlos Estevam de Sousa Galvão.
A denúncia tem a ver com um esquema no Sistema “S” na Paraíba e os malfeitos decorrem de fraude em contratação de construtoras para realização de obras do Centro de Atividades do SESI, sendo identificados superfaturamento, obras não executadas e distribuição de propina.
E mais: lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, fraude de concorrência e apropriação indébita. O Gaeco requer a revolução aos cofres da Fiep valores de R$ 2 milhões, também condenação em danos morais coletivos que, em caso da ação seja julgada procedente, esses valores serão ainda maiores.
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