Veja você, Ricardo Coutinho olha para Justiça Eleitoral e observa uma luz no fim do túnel

Tal qual Aécio Neves e outros encrencados em investigação da Polícia Federal, o ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), apontado pelo Gaeco/Ministério Público como o “comandante máximo” de uma organização criminosa instalada na Paraíba, quer levar seus processos criminais para a esfera da Justiça Eleitoral.

Os defensores dele alegam “incompetência” da Justiça da Paraíba, do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal de Federal de julgar seus rumorosas casos de desvio de recursos próprios, da saúde e da educação principalmente. Coutinho é réu em pelo menos sete processos.

De acordo com a defesa, “a persecução empreendida pelo órgão ministerial não passa de acusação infundada e ilegítima, deficiente em sua fundamentação, o que torno imperiosa a rejeição da presente denúncia por completa inépcia da inicial e ausência de justa causa para instauração de ação penal”. É a justificativa.

Para este ano, espera-se as primeira condenações do ex-governador que teve um esquema desarticulado por uma investigação que começou no Rio de Janeiro, seguiu com a prisão do empresário Daniel Gomes da Silva, delação premiada com mais de 10h de gravação e prisão de Ricardo Coutinho e, depois, uso de tornozeleira eletrônica e etc.

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