Ricardo volta a depender de uma decisão do ministro Gilmar Mendes

Acusado pelo Ministério Público do Estado de ser o “comandante máximo” da organização criminosa que teria desviado R$ 134 milhões da saúde dos paraibanos, o ex-governador Ricardo Coutinho está na dependência de uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Pois bem. É o ministro Gilmar que vai decidir se Coutinho deve continuar com tornozeleira eletrônica, acessório que tem incomodado o ex-presidiário da Operação Calvário/Juízo Final desde fevereiro. O monitoramento ao ex-governador foi uma decisão do Superior Tribunal de Justiça.

Veja você, Coutinho alega que as medidas de monitoramento são “ilegais” e “desnecessárias”. Não é o pensa o Gaeco do Ministério Público nas investigações da Operação Calvário, tampouco o que lobista e empresário Daniel Gomes da Silva na delação contra o ex-governador da Paraíba.

Relator da Calvário na Paraíba, o desembargador Ricardo Vital impôs o monitoramento eletrônico de pois que o STJ libertou Coutinho da cadeia em dezembro. No pedido de retirada da tornozeleira, o ex-governador alega que na decisão do Superior Tribunal de Justiça não falava no acessório, apenas decretava o fim da prisão preventiva.

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