Ação popular pede suspensão do salário de Ricardo Coutinho na FJM

Tramita na Justiça Federal, em Brasília, uma ação popular pedindo a suspensão do repasse do Fundo Partidário do PSB, da Fundação João Mangabeira e do pagamento dos salários de mais de R$ 30 mil/mensais do ex-governador Ricardo Coutinho.

A notícia tornou-se pública através de Marcelo José, que, em seu blog, destaca que a fundamentação decorre de “ilegalidade e desvirtuamento de finalidade na aplicação de recursos públicos, oriundos do Fundo Partidário, para pagamento de alto salário (R$ 30 mil mensais) à Ricardo Coutinho, que foi preso, está usando tornozeleira, proibido de deixar a Comarca de João Pessoa, e apontado pela Força-Tarefa da investigação Calvário como chefe da organização criminosa responsável por desvios, até agora, na ordem de R$ 134 milhões da saúde e da educação do estado da Paraíba”.

Coutinho, apontado “comandante máximo” na ORCRIM, já recebeu R$ 500 mil, ou meio milhão, como queiram, valores correspondentes a 16 meses à frente da Fundação João Mangabeira; administra um orçamento de mais de R$ 25 milhões de recursos administrados pelo presidente da FJM.

Ainda tenta-se descobrir como o ex-governador, também ex-presidiário, chegou à presidência da fundação do PSB, um mistério que ainda está para ser revelado.

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