A história sobre a morte de Bruno Ernesto volta a assombrar o PSB da Paraíba nesta sexta-feira (7), isso porque ainda não há respostas sobre quem teria sido o mandante do crime de execução do diretor do Jampa Digital, programa da Prefeitura na gestão do ex-prefeito, ex-governador e ex-presidiário Ricardo Coutinho.
Um mistério que completa oito anos hoje. O que se sabe é que a arma utilizada para eliminar Bruno Ernesto veio de um policial militar. À época, a polícia tratou o assassinato como latrocínio, num inquérito policial onde seis pessoas foram sentenciadas em tempo recorde.
O caso está reaberto e vem com o advento da Operação Calvário I, II, III, IV, V e VI e a 7ª fase com o braço dela, batizada de Juízo Final, que prendeu, nada mais, nada menos, do que o ex-governador Ricardo, seu irmão Coriolano Coutinho e os principais auxiliares Gilberto Carneiro e Waldson de Sousa.
Neste sentido, a expectativa é que o crime de Bruno Ernesto seja melhor esclarecido, com os verdadeiros autores (mandantes) sejam responsabilizados pelo crime do funcionário da Prefeitura de João Pessoa, à época do lançamento do programa Jampa Digital.
Bruno Ernesto foi sequestrado e executado no dia 7 de fevereiro de 2012, ao chegar em casa no bairro dos Bancários.
