Pâmela afirma que ouviu de ‘Cori’ que ‘caso fosse sua esposa, já teria lhe dado um tiro na testa’

No dia em que a morte de Bruno Ernesto completa oito anos, Pâmela Bória disse, em entrevista ao 360 Graus, que ouviu de Coriolano Coutinho que “caso fosse sua esposa, já teria lhe dado um tiro na testa”. De Ricardo, o ex-governador, também escutou ameaças. 

O repórter perguntou se “Cori”, como é conhecido o irmão do ex-governador Ricardo Coutinho, andava armado? E ela: “Oficialmente, não. Acontecia na propriedade de Bananeiras, quando recebia armas de um policial ‘Magal, ele (Ricardo Coutinho) também”.

Reportando ao crime de Bruno Ernesto, a ex-primeira dama afirmou que ouviu a frase, quase que diariamente: “alguém tinha que ser destruído. Eu pensei que pudesse ser Nonato (Bandeira)”.

Conforme ela, “não imaginava que fosse Bruno Ernesto, que era do coletivo liderado por Ricardo. Sua esposa (a viúva) também”, se referindo ao caso em si do coordenador do Jampa Digital.

Os delatores da Operação Calvário disseram para os investigadores “temiam histórico de violência de Coriolano”.

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