Pedido de ‘Cori’ vai para outro ministro; nada a comemorar

Preso há 32 dias na Penitenciária Média de Mangabeira, Coriolano Coutinho, acusado de participar de uma organização criminosa comandada por seu irmão e ex-governador Ricardo Coutinho, terá o pedido de habeas corpus analisado pelo STF em fevereiro.

Ele conquistou um canto no xilindró durante a 7ª fase da Operação Calvário/Juízo Final, deflagrada pela Polícia Federal no dia 17 de dezembro. O pedido de soltura no Supremo mudou de mãos: saiu do ministro Gilmar Mendes para a presidência do STF.

Talvez, tenha sido uma vitória para Coriolano, já que o caso dele com Gilmar era mais complicado, porque lá traz classificou o ministro de ser advogado de uma “organização criminosa”. Ou seja, atingiu todos os integrantes da Suprema Corte Brasileira.

De qualquer forma, “Cori” não tem o que comemorar.

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