Conforme noticiado aqui, o ex-secretário Ivan Burity disse que não passaria as festas de fim de ano na prisão, e suas previsões estão se confirmando com a delação premiada, cujo teor promete tremer a Paraíba por causa de seu envolvimento e de figurões da política paraibana na ORCRIM, uma organização criminosa que desviou recursos públicos da saúde e da educação.
O burburinho é que Ivan, além do Ministério Público, andou circulando pelos corredores do Tribunal de Justiça, convocado que teria sido para uma conversa com o desembargador Ricardo Vital de Almeida, responsável pela Operação Calvário.
Não se tem conhecimento dos pontos em que Ivan bateu a língua nos dentes, mas um grande percentual foi a confirmação de delações feitas anteriormente pelos ex-presidiários Livânia Farias, ex-secretária de Administração dos governos Ricardo Coutinho; do assessor dela Leandro Nunes e da servidora da Procuradoria do Estado, Maria Laura.
A qualquer momento o ex-secretário Ivan Burity vai estar livre e solto. No entanto, com as medidas restritivas que a legislação impõe. Ele pode ter acertado, ainda, a colocação de tornozeleiras eletrônicas.
