Ordenador de despesas durante seu período como secretário estadual de Educação, Aléssio Trindade, viu hoje sua situação se complicar ainda mais em plena efervescência da Operação Calvário.
Aléssio não chegou a ser preso durante a 5ª fase da ação do Gaeco, mas foi alvo de busca e apreensão autorizada pela Justiça. Pois bem. Nesta quinta-feira (31), o TCE lhe imputou um débito de R$ 157 mil.
Tem tudo a ver com a compra de 1.627 livros como material pedagógico do “Aprova Brasil” e não entregue aos estudantes de ensino fundamental na rede pública do Estado.
Decisão como essa faz complicar ainda mais à vida do ex-secretário.
