Vem aí um pedido de criação de CPI dos codificados

Ventila-se nos corredores da Assembleia Legislativa a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito). A ideia é investigar a origem dos codificados que incharam a folha de pagamento em mais de 121,5% das despesas com pessoal. O Governo do Estado dá o silêncio como tapa.

Está sendo encarada como forma de reagir aos altos salários que constam na lista, superiores a 23 mil. A informação sobre esse “escárnio” foi jogada ao meio-fio pelo Sindifisco e, por isso, a movimentação de criação de investigação parlamentar.

A imprensa já veicula que a folha de pessoal efetivo atinge 60,4%, um crescimento já galopante, se levado em consideração ter ocorrido entre 2011e 2015. Diz-se que os codificados representam 121,5% das despesas com pessoal.

Concursados que não nada! Eles não dão voto e nem estão disposto a trabalhar durante o período das campanhas eleitorais. Por isso, as despesas incluindo os efeitos misturados com os codificado atingem uma despesa de R$ 630 milhões em quatro anos, quando antes era apenas R$ 284 milhões em 2011.

O que diz o Sindifisco: “No ano de 2012, comparado ao ano de 2011, o crescimento da folha dos não efetivos foi de R$ 64,6 milhões (22,70%). Com a inclusão dos servidores codificados a partir do ano de 2013, o crescimento da folha dos não efetivos no ano de 2015, em comparação ao ano de 2011, foi de R$ 345 milhões (121,55%).”