PMDB orienta afilhados a não largarem cargos públicos

O PMDB não vai lagar a boquinha que incha a folha de pagamento dos servidores estaduais, impede o acesso dos candidatos concursados ao serviço público e emperra os planos administrativos no campo de novos eventos para ingresso nas funções pela porta da frente do Palácio da Redenção. Quase rompido, faltando o anuncio oficial, os peemedebistas esperam uma reação do governador Ricardo Coutinho neste sentido.

A legenda comandada pelo senador José Maranhão não ocupa mais nenhum cargo de primeiro escalão no governo do PSB. O único que detinha acabou sendo transferido para o deputado licenciado Lindolfo Pires (PROS), recém nomeado secretário-chefe do Turismo e do Desenvolvimento Econômico. O então ocupante da cadeira Laplace Guedes, indicado por JM, foi rebaixado para uma função executiva.

Os peemedebistas têm orientado a ficaram em suas funções para que o próprio governador promova as demissões, conforme pronunciou o senador Maranhão esta semana. “Quem nomeia, demite”, afirmou. A informação é que o partido de “Zé” detém uns 36 cargos, indicados por ele e outras figuras de proa do partido. É bom lembrar: o conflito deve-se as eleições municipal de João Pessoa, isto por causa da pré-candidatura própria do PMDB.

Mas é importante destacar também que os peemedebistas conduzem um mini-trem da alegria no governo dos socialistas.