Adriano Galdino e a condenação: ‘vamos recorrer’

Tranquilo, e com a certeza de que à sucessão de Campina Grande lhe aguarda de “braços abertos”, o deputado-presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB), disse, em entrevista a Arapuan FM, que a condenação imposta pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) não o deixa ilegível. O processo trata da aplicação de uma multa. “É importante esclarecer que não estou inelegível”, comentou.

O ministro Mauro Marques proferiu a sentença em decisão monocrática. “Por isso, estamos recorrendo ao pleno do Superior Tribunal de Justiça”, destacou Adriano Galdino, pré-candidato dos socialistas as eleições municipais de Campina Grande, segundo maior colégio eleitoral do Estado.

Contou com detalhes como aconteceu a ação que o condenou no começo desta semana: “O Ministério Público pedia a minha inelegibilidade por três anos e multa, mas o Tribunal de Justiça só manteve a multa. Nós recorremos ao STJ por discordar da decisão, porque o dinheiro havia sido devolvido aos cofres públicos”, comentou.

Quando afirmou que os recursos foram devolvidos aos cofres públicos, Galdino remete a um parecer do Tribunal de Contas que cobrava do então presidente da Câmara Municipal de Pocinhos, Sóstenes Murilo melo de Oliveira (PSB), o subsídio que havia recebido acima do limite constitucional, causando dano ao erário.

Não deixa de ser um assunto preocupante para quem está num período de pré-campanha contra duas forças políticas de Campina Grande, o atual prefeito Romero Rodrigues (PSDB) e o deputado federal Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), ex-prefeito da cidade por duas vezes consecutivas.