Estação Ciência na iminência de ser engolida pela erosão

É público e notório que à Estação Ciência e Artes precisa estar isolada, pois o tráfego de veículos pela área poderá contribuir com a continuação da queda da barreira. Isto foi anunciado pelos especialistas quando da construção do equipamento pela gestão do antecessor ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD), que, ai sim, está tendo a preocupação de preservar o local para não ver ser destruído com o avanços do fenômeno da natureza.

Por isso, a gestão da Prefeitura preferiu fazer um acesso alternativo e a polêmica de hoje no futuro próximo será reconhecido como a melhor alternativa de evitar um problema maior para o Estação Ciência, até para que a população não veja o dinheiro público ser desperdiçado na obra que custou mais de R$ 40 milhões. O governador Ricardo Coutinho (PSB), autor do projeto, levanta critica a ação do sucessor por saber que é de grande repercussão a obra em execução.

“Não estamos isolando o Estação Ciência. Pelo contrário, estamos cuidando para que a erosão da barreira não engula aquele equipamento, que é de grande importância para a cidade. Porém, se não cuidarmos haveremos de vê-lo abaixo e não é o que pretendemos de jeito nenhum”, disse o prefeito Cartaxo.

O novo acesso tem o objetivo de preservar o local e talvez esse cuidado esteja preocupando os adversários da atual gestão, causando o mesmo incomodo em relação as obras de revitalização do Parque Sólon de Lucena, Lagoa, com inauguração marcada para este mês.