Planalto frustrou pretensões dos governadores, inclusive RC

Não estava nos planos do governador Ricardo Coutinho o reajuste do piso salarial dos professores da rede pública. Ele esperava que o Planalto segurasse mais um pouco, assim como vai fazer com a data-base dos servidores estaduais. O aumento do magistério será de 11,36%. A menor remuneração para os docentes do ensino básico será de R$ 2.135,64 mensais.

A solidariedade que o governador paraibano esperava da presidente Dilma Rousseff não veio, justamente agora em que alardeia a crise que poderá provocar o atraso do pagamento do funcionalismo, ameaçado de não receber dentro do mês trabalhado. A propósito, instituído lá atrás, durante o governo Ronaldo Cunha Lima e seguido pelos sucessores.

Criado através de uma lei aprovada em 2008, o piso salarial dos professores tem contribuído com a melhoria dos vencimentos dos docentes. Dez governadores, conforme noticiado aqui com exclusividade a adesão de Ricardo Coutinho, rogaram pelo adiamento do reajuste. Pretendia empurrar a mixaria dos professores para agosto.

Então, ficou o sentimento de frustração.