Mineral, o infiel, comete infidelidade partidária as claras

Apesar de “indesejado”, o deputado-suplente Antônio Mineral não consegue se separar do Palácio da Redenção. Foi adversário do governador Ricardo Coutinho na campanha passada, mas governista de carteirinha logo ganhou uma boquinha e assumiu duas vezes a titularidade do mandato nesta legislatura. Os deuses da política parecem estar ao seu lado. A primeira vez na vaga de Ricardo Marcelo, ex-presidente da Assembleia; agora no lugar de Branco Mendes (PEN).

Infiel

Por infidelidade partidária, o PSDB deverá acioná-lo da Justiça Eleitoral e se ocorrer perderá a condição de suplente e, consequentemente, o direito de assumir mais vezes a cadeira no legislativo estadual.

Ingratidão

Além de infiel, Mineral desobedece a orientação do seu partido. A derrota na eleição passada, por consciência do dever, deveria estar hoje na base de oposição ao governo do qual sofrerá a derrota.

Com atraso

A propósito, a ameaça do Diretório do PSDB Estadual chega com atraso. Mineral vem praticando infidelidade desde quando assumiu o mandato pela primeira vez no lugar de Ricardo Marcelo. Ficou por isso mesmo.


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