‘Tucanos não temem enfrentar Lula em 2016’. Isso mesmo: 2016

Lula e sua turba não mete medo mais aos tucanos, depois que os petistas naufragaram num verdadeiro mar de lamas por conta de envolvimento em diversos malfeitos. Os tucanos manifestam o desejo do enfrentamento nas urnas, caso o TSE – Tribunal Superior Eleitoral – confirme, em julgamento, a cassação da dupla Dilma Rousseff\Michel Temer, presidente e vice, respectivamente, desse imenso país.

Líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima ocupou mais uma vez o espaço no Blog do Josias (Sousa) para expor seu ponto de vista a propósito da realização de uma nova eleição presidencial, se o TSE cassar os ocupantes dos principais cargos da República. As primeiras palavras de Cássio foi de provocação:

– Lula não precisa esperar por 2018 para se candidatar de novo. Ele pode concorrer já em 2016, se a Justiça Eleitoral cassar o mandato de Dilma Rousseff, como imaginamos que deve ocorrer.

O descrito destaca: “O senador antevê uma ‘prova dos nove’ entre PSDB e PT, na qual Lula disputaria a cadeira de presidente com Aécio Neves.”

E segue com outros pontos de vistas: “seria a melhor forma de superar o impasse político que paralisa o Brasil.” Na ação, o texto do blog destaca que “os tucanos acusam Dilma de ter prevalecido na sucessão de 2014 utilizando a máquina do Estado e financiando-se da corrupção na Petrobras. O tucanato pede o afastamento de Dilma e também do vice-presidente Michel”.

Em recente entrevista aqui, o senador Cássio apresentou a solução para a nova eleição presidencial. “Até o calendário colabora”, disse. E complementou: “Teremos eleições municipais no ano que vem. E a eleição presidencial poderia ser feita simultaneamente, sem custos para o Tesouro. Chegaríamos à resolução do impasse consultando a soberania popular. E Lula não precisaria esperando tanto tempo para concorrer novamente.”

Agora, acompanhe a confusão que provocará a possível cassação de Dilma e Temer, analisada assim, conforme o texto descrito por Josias de Sousa: “A ‘solução’ preconizada pelo pedaço do tucanato próximo de Aécio esbarra num inconveniente: a dupla cassação de Dilma e Temer faria de Eduardo Cunha presidente da República por 90 dias, até a realização de novas eleições.”

Já nas palavras de Cássio a opinião mais sincera sobre Eduardo Cunha:

 – Para que as eleições ocorram, será necessário, primeiro, afastar o presidente da Câmara. O Eduardo Cunha não pode presidir o país nem por nove segundos.”


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