Vice não tem direito a retrato na parede; só cumpre ordens

Sabe-se que vice não manda, cumpre ordens. Nem retrato na parede tem direito, mas tem ocupante dessa função que enche-se de orgulho quando é elogiado. Logo exige a divulgação do fato, fazendo com que a assessoria retire leite de pedra para veicular a matéria. Diz o texto da assessoria do senador “biônico” Raimundo Lira (PMDB) que você pode continuar com a leitura, se achar é que vale a pena:

Vice presidente da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal (CAE), o senador Raimundo Lira (PMDB-PB), vez por outra, preside os trabalhos da comissão, quando o presidente, Senador Delcídio do Amaral (PT-MS) não pode estar presente. Lira diz que, quando está na presidência dos trabalhos, procura dar dinamismo aos trabalhos, assegurando o cumprimento da pauta.

Ao término da última reunião da CAE, ocorrida na semana passada, alguns senadores, a exemplo de José Pimentel (PT-CE) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), fizeram questão de parabenizar o parlamentar paraibano pela forma como conduziu os trabalhos da comissão. Lira retribuiu a gentileza prometendo manter a mesma postura adotada pelo presidente da CAE, Delcídio do Amaral.

Na 20ª Reunião da Comissão de Assuntos Econômicos, que foi presidida por Raimundo Lira, foram submetidos a analise dos membros projetos de lei de grande importância para a nação. Entre os projetos aprovados, destaques para o Projeto da Lei Geral das Religiões, que trata das garantias e dos direitos fundamentais ao livre exercício da crença e dos cultos.

Também foi objeto de análise o PLS que dispensa os religiosos da apresentação de certidões negativas de débitos tributários para obtenção das condições previstas na Lei 11.101/2005. A proposta garante normas já reconhecidas pela jurisprudência brasileira sobre questões como a inexistência de vínculo empregatício entre religiosos e igrejas. Sacerdotes de todas as religiões poderão ter acesso, observadas as exigências legais, a fiéis internados em estabelecimentos de saúde ou detidos em presídios.

A CAE também aprovou, em turno suplementar, projeto que concede isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nas operações com acessórios e adaptações especiais para veículos destinados a pessoa com deficiência (PLS 257/2013). A medida deverá abranger também a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a Contribuição para o PIS/PASEP.”

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