Pais de Bruno Ernesto acionam ex-primeira dama

Sobre o “caso Bruno Ernesto” existe muito a ser esclarecido ainda, inclusive deve-se a ex-primeira dama Pâmela Borio, jornalista, que o assunto veio à tona. Quem acompanhou sabe que, através de uma postagem nas redes sociais, Borio estabeleceu uma relação do escândalo Jampa Digital e o misterioso seqüestro-morte de Bruno, que para a Polícia já foi esclarecido com a prisão dos acusados. Porém…

… Porém, para os familiares de Bruno ainda pairam dúvidas. Tanto é verdade que, após a publicação de Pâmela em 17 de abril passado, os pais do rapaz assassinado Inês Ernesto do Rêgo Moraes e Ricardo Figueiredo de Morais acionaram a ex-primeira dama na Justiça.

O noticiário é um dos postes desta quarta (13) da coluna do jornalista Helder Moura, hospedada no site do Jornal da Paraíba. Diz o seguinte:

– Inês e Ricardo protocolaram junto ao Juizado Especial Criminal de João Pessoa uma ação, conhecida como “explicação em juízo” (processo de nº 300.132.636.2015.815.2002), em que pedem a intimação de Pâmela, “objetivando a confirmação, em juízo, ou negativa de suas afirmações, ligando o assassinato de Bruno Ernesto ao chamado “escândalo do Jampa Digital.

Sobre a publicação:

Em abril, Pâmela surpreendeu a Paraíba, ao estabelecer uma relação entre o escândalo Jampa Digital, que ganhou dimensão nacional (recentemente o Ministério Público Federal decidiu abrir novo procedimento de investigação) e a misteriosa morta de Bruno Ernesto, que era um dos coordenadores do programa Jampa Digital, ao publicar em seu Instagran (imagem abaixo): “Quando a sociedade se cala, a impunidade ganha voz. Vide o caso de Bruno Ernesto, do Jampa Digital.

A despeito do caso:

– Como se sabe, Bruno Ernesto Morais (foto mais abaixo) foi sequestrado e assassinado, em julho de 2013, com o detalhe que os bandidos levaram dinheiro e o seu notebook onde estava, segundo versão de seus familiares, todos os arquivos em relação ao Jampa Digital. O caso levantou suspeitas de ter sido uma morte por encomenda, confirmada por um dos bandidos presos, após o crime.