Diz-se em Campina Grande – segundo maior colégio eleitoral do Estado – é que o auxiliar do governo, Fábio Maia, articula sua candidatura a prefeitura da cidade, em 2016. Por isso, não se incomoda se os aliados do governo estão insatisfeitos com ele por pintar e bordar com os cargos públicos de livre nomeação no município.
A pretensão é tão evidente que na semana passada o presidente da Assembleia, Adriano Galdino (PSB) – nome do partido para à sucessão em Campina Grande – denunciou “a distribuição de cargos” em detrimento a outras lideranças política de Campina Grande, a exemplo do deputado federal Veneziano Vital (PMDB).
Ocupando um dos cargos mais importantes dos poderes constituídos do Estado, Adriano Galdino seria o predileto do governador Ricardo Coutinho para concorrer a prefeitura de Campina Grande, defendendo as cores partidárias do PSB. A propósito, o “tiro certo” para o pleito campinense do próximo ano.
Sem voto, pois não detém mandato algum, apenas ocupa um cargo de confiança no governo do Estado, Fábio Maia deu sua versão a respeito da crise com os deputados Adriano Galdino, Doda de Tião, Inácio Falcão e Veneziano Vital, além de Renato Feliciano, filho da vice-governadora Ligia Feliciano.
– Essas coisas a gente tem que resolver internamente e não através da imprensa, disse o auxiliar do Palácio.
