Desembargador ordena o fim da greve dos professores

As relações dos professores com o governo estadual azedaram de vez nesta sexta (24), depois da decisão do desembargador João Alves da Silva (foto) em decretar a ilegalidade da greve da categoria. Foi um duro golpe, conforme avaliação feita pelo movimento. No despacho, o magistrado ordena o imediato retorno as atividades em 48 horas.

Também, multa de R$ 5 mil por dia em caso de descumprimento da sentença e, ainda, o corte do ponto dos professores em greve pelo governo do Estado. Alves considera a educação um serviço essencial, onde ressalta que os estudantes não podem ser prejudicados e ficar privado das aulas.

A paralisação já dura 24 dias, tendo iniciado desde 31 de março. Qual a reivindicação: reajuste de 13,01% para acompanhar o Piso Nacional de Salários definido pelo Governo Federal, além de um aumento de 9% e regime de trabalho T-30 para funcionários, mas uma revisão do PCCR e implantação do plano para servidores de apoio.

O comando de greve se reúne em assembléia nesta sábado (25) para analisar a decisão desta tarde/noite.

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