PT quer avançar, mas aliança é colocada em xeque

Nos bastidores da política paraibana o que se tinha na conta era que estava “tudo bem” na aliança PT e PSB. Coube ao vereador Renato Martins colocar óleo na estrada, pondo uma interrogação da união entre os partidos. Martins tachou a relação das legendas de “teatro”, que “a aliança não era verdadeira”, também não subiria no palco para a encenação da próxima atração.

Do diálogo, que se depender dele a aliança será fortalecida, o prefeito Luciano Cartaxo (PT) minimizou as declarações de Martins. Ao invés de ir para o contra-ataque usou a imprensa para afirmar que “aguardo o PSB apresentar os nomes para vir fazer parte de nossa equipe de governo”, disse.

Sem entrar no mérito do que afirmou o colega Renato Martins, o também vereador Benilton Lucena (PT) apenas fez uma observação: “Nosso partido oxigenou a campanha do governador Ricardo Coutinho e esperamos reciprocidade para 2016”.

De fato, tem algo estranho no ar que petistas e socialistas estão escondendo, talvez seja cedo demais para expor o que pretendem. Porém, o que se observa é que vivem de aparência.