A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está sangrando. O governo do “socialista” Ricardo Coutinho deixou chegar a essa situação para acabar com a autonomia da instituição. Ou fechar de ver suas portas. Chegou-se a essa situação por causa da crise orçamentária, segundo avaliou o reitor Rangel Júnior.
É claro que está todo mundo em polvorosa, desde os estudantes, professores e servidores. A gestão universitária já fez de tudo para conter as despesas. Cortou recursos para eventos, viagens e atividades acadêmicas. Um atraso para a Universidade Estadual da Paraíba.
Bastante preocupado com a situação, o reitor Rangel Júnior ressaltou: “Deixou de ser possível estimular grupos de pesquisa e isso é um prejuízo enorme. Do ponto de vista material, paramos de renovar equipamentos, de renovar frotas de veículos e até mesmo condições ambientais de setores…”
“[…] Têm laboratórios que foram construídos e não foram abertos porque não houve condições de equipar e por falta de recursos humanos”, lamentou.
A crise atinge os salários dos professores e funcionários. “Não pudemos repor nem mesmo a inflação, pelo IPCA dos períodos anteriores. Há pelo menos três anos não temos a reposição real da inflação e isso cria um processo de corrosão salarial que nos leva a deixar de competir com outras universidades e nos faz perder docentes e pesquisadores para outras universidades, coisa que não acontecia desde 2003.
“[..] Voltamos a perder profissionais. Somente em relação a técnicos administrativos, do último concurso, de 200 contratados mais de 80 pediram exoneração”, relatou.
Avaliação feita é que a perseguição decorre das iniciativas para o fortalecimento da UEPB terem surgidas durante os governos Cássio Cunha Lima e José Maranhão.
Inacreditável!
