O governador Ricardo Coutinho virou as costas quando lhe aconselharam a impedir que Coriolano concorresse a presidência da Federação Paraibana de Futebol. Resultado: acabou amargando uma derrota para Rosilene Gomes. Mesmo afastada do processo, ela mostrou força e superou o clã Coutinho elegendo o sucessor Amadeus Rodrigues (E).
Foi vergonhoso demais, porque o rolo compressor da campanha eleitoral passada se voltou, se não em sua totalidade, uma boa parte para eleger Coriolano Coutinho presidente da FPF. “Cori” chegou a pousar de presidente, quando esteve na sede da Confederação Paraibana de Futebol. Ainda tentou resolver na base do confinamento. Não deu certo.
A derrota estava escrita, porque que acompanhou o processo sabia que Rosilene não perdia essa de jeito nenhum. Além do mais, Coriolano era um forasteiro para o futebol. Queria descer de páraquedas. A pretexto do que ninguém sabe. Certo mesmo é que os eleitores do futebol deram uma lição nas urnas e venceu quem não poderia perder de jeito nenhum.
Quanto ao derrotado, resta chorar o leite derramado.
A eleição acabou assim:
Amadeus Rodrigues: 37 votos;
Coriolano Coutinho: 29 votos;
João Máximo Malheiros: 4 votos

