AS MÃOS DE DEUS E DE JÚLIO CESAR; e os pés de Hulk. Brasil avança

                                   hulk

Até aquela bola na trave de Júlio César nos minutos finais da prorrogação a mão de Deus esteve presente. Hoje, Deus foi brasileiro. Ficou o tempo inteiro do nosso lado, pois o Chile deu trabalho. E como deu!

Por falar na mão de Deus, ela ficou do lado da Seleção Brasileiro desde os primeiros minutos da decisão das oitavas de finais. A passagem para as quartas – venha quem vier – teve a mão de Deus, em primeiríssimo lugar, depois a de Júlio César.

O goleiro ex-Flamengo cumpriu o seu papel. Defendeu duas penalidades que desestabilizaram os chilenos. Mas valeu a classificação. Sofrida, mas valeu a pena. Agora, não deve ser assim nos três últimos jogos restantes da Copa do Mundo, se chegarmos até a final.

Hulk foi o nome do jogo. Superou o principal jogador da seleção Neymar, que,  marcado, não fez nada. Aí apareceu o paraibano para fazer o papel de astro da equipe. Pelo menos na decisão contra o Chile.

Sofreu um pênalti, que o árbitro não marcou. Fez um lindo gol, anulado de forma errada, cobrou mal a penalidade na decisão da prorrogação.

Nosso Hulk está perdoado, porque ele brilhou. Foi absoluto e nem Galvão Bueno questionou. Imagina!

Deus foi brasileiro, sim.