MARANHÃO ENDOSSA CÁSSIO. ‘Paraíba precisa de governo de paz’

Corroborando com a sugestão do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) de união das oposições já no primeiro turno das eleições de outubro, na Paraíba, o ex-governador José Maranhão, também presidente estadual do PMDB, disse que nutre com a mesma proposta. A idéia pode até não prosperar, mas da parte do peemedebista é uma tese a ser analisada.

“Sempre achei que a Paraíba merece um governo de paz […]. Quando Cássio demonstra à disposição neste sentido, ele está concordando com o meu pensamento, pois sempre defendi a união das oposições”, disse.

Adiantou que, no entanto, é preciso respeitar o princípio da autonomia dos partidos, aspecto esse também defendido pelo senador Cássio durante entrevista as emissoras de rádio da capital na manhã desta sexta (9). Por coincidência, Maranhão tem a mesma opinião:

“É claro, que qualquer aliança o princípio de autonomia das legendas precisam ser respeitadas […]. Cássio fala sobre teses, eu também, pois qualquer decisão concreta sobre o que estamos defendendo só viria ocorrer mesmo durante o período das convenções partidárias”, destacou o presidente dos peemedebistas paraibanos.

De acordo com o ex-governador Maranhão, “seria salutar a união das oposições no primeiro turno”. O critério de escolha do candidato ao Palácio da Redenção poderia encontrar dificuldades, mas o próprio Cássio não fez imposição, mesmo estando com o seu nome pré-lançado ao governo.

Uma coisa, os ex-governadores Maranhão e Cássio demonstraram que tem em comum: “A Paraíba precisa de paz”, lembrando que neste governo “socialista” ocorreram muitos conflitos, curiosamente em todos os setores dos segmentos da sociedade.

Sem clima

Instado a falar sobre a proposta de reaproximação com o PMDB feita pelo governador Ricardo no começo desta semana, JM afirmou: “Não somos radicais; somos realistas e temos os pés no chão […]. Acho que ainda na Paraíba não há clima de convergência com o governo do Estado, até pela forma como vem administrando o Estado, esta muito longe de aproximação do nosso partido”, concluiu.

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