RC POLARIZA COM CÁSSIO, MAS É uma estratégia para escantear Vené

Com o pré-candidato Veneziano Vital (PMDB) a roça-lhe o pescoço, o governador Ricardo Coutinho (PSB) pôs em prática uma estratégia de polarizar o debate da pré-campanha eleitoral com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), ex-aliado e provável adversário do “socialista” nas eleições de outubro. RC foi para o estúdio do programa Rádio Verdade, do Sistema Arapuan de Comunicação e deitou falação contra o tucano.

Irritado porque não terá um ombro a lhe suspender a exemplo do que ocorreu em 2010, o governador reeleitoral ousou a afirmar que “eu acho que ele (Cássio) não sabe o que está dizendo”. Ricardo fez uma descoberta que pareceu mais jogar para a galera. Disse que Cunha Lima “não conhece o Estado”, quando reportou sobre o endividamento do Estado, uma das criticas feitas pelo senador durante entrevista na semana passada.

“A Paraíba tem uma dívida de um terço do seu espaço fiscal […]. Não tem o menor fundamento, pois isso são aquelas coisas que às vezes candidatos jogam para ver se cola”, pronunciou.

Mostrando que não perdoa o antecessor por conta do rompimento da aliança política entre eles, Ricardo afirmou que a Paraíba na gestão tucana não tinha dinheiro e lembrou que “os funcionários tiveram que recorrer a um empréstimo consignado para receberem salários. “A Paraíba de hoje paga em dia suas contas, os servidores não precisam pedir empréstimos”.

Furioso, o governador lembrou, até, o episódio em que um empresário se amarrou nas grandes do prédio-sede da Suplan para receber o que lhe era devido. “Os tempos da Paraíba de hoje é diferente; prestou o serviço contratado recebe”. Sobre as obras herdadas dos governos passados, o senador Cássio ouviu: “Mostra que não sou mesquinho, pois tenho concluído várias obras que ficaram irresponsavelmente jogadas em governos anteriores […]. Isso é um argumento desesperado”.

Desesperado. Quem mesmo?

No passado o governador Ricardo Coutinho tinha dúvida, agora tem certeza absoluta que Cássio se considera o melhor do mundo, que tudo tem que passar por ele. “O senador acha que está acima de tudo e qualquer coisa”.

Sobre as criticas de Veneziano ao governo “socialista” um silêncio sepulcral.

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