Veneziano diz que “a repulsa a esse governo vem da Paraíba inteira”

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Ex-prefeito do segundo maior colégio eleitoral (Campina Grande) do Estado, Veneziano Vital (PMDB), como se sabe, ainda não é candidato a governador. Concentra-se na estadualização do seu nome para o momento de lançar sua candidatura à sucessão em 2014.

Participou nesta sexta (19) de um programa de televisão. Jogou ao meio-fio uma informação dando conta que a repulsa do governo “socialista” Ricardo Coutinho não está concentrada apenas em Campina Grande. “Esse sentimento é da Paraíba inteira”, asseverou.

Veneziana acreditava que o sentimento de revanchismo do governador com a Rainha da Borborema “era porque apresentava-me como prefeito de oposição ao governo dele, mas não é bem assim. A repulsa vem de todos os municípios paraibanos…”.

“… O governador promete a obra, anuncia a ordem de serviço e não executa. Campina é o maior exemplo disso porque já existe um voto de repúdio do vereador Alexandre do Sindicato, que representa a reação do povo campinense”.

A única obra que o governo “socialista” tem em Campina Grande é 300 metros de recapeamento. “Nada mais além do que isso”.

Expôs, ainda, a fragilidade do governo que “não cuida da Segurança Pública, fechou 233 escolas estaduais, que tem problemas na saúde e que não cumpriu nenhum item dos compromissos assumidos na campanha”.

Sobre a segurança, o pré-candidato a governador disse que “as notícias do grande número de homicídios levam a Paraíba as manchetes da mídia nacional como sendo o terceiro estado mais violento do país; João Pessoa a décima cidade mais violenta do mundo. Isso nos incomoda paraibanos”.

Para Veneziano, “é preciso oferecer melhores condições de trabalho ao policial militar, equipar a segurança pública, chamar os concursados para reforçar a corporação e ter respeito, acima de tudo, aos homens que vão cuidar da proteção dos paraibanos”.

Evitou falar sobre os seis meses de gestão do sucessor Romero Rodrigues (PSDB), mas disse que “o invejo porque passei oito anos governando Campina Grande e não tirei um único dia de férias; enquanto que ele (Romero) com seis meses de administração está de licença”.

Sobre política, ele disse que as teses de união das oposições no primeiro turno é boa, como também candidaturas próprias dos partidos oposicionistas, “desde que no segundo turno todos estejam unidos, defendendo o mesmo discurso”.

Por isso, Veneziano já está incomodando.

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