Tudo é possível, até o PMDB pode ser fiel da balança do governo

O PMDB pode ser o fiel da balança do governo no julgamento da prestação de contas pelo plenário da Assembleia, cuja regra já é do conhecimento público: maioria simples, ou 19 + 1, para aprovar ou rejeitar.
Nos bastidores, as conversas correm soltas, enquanto os interlocutores cuidam de jogar ao meio fio frases que para um bom entendedor basta para compreender o que está acontecendo.
A bancada peemedebista é composta por sete deputados estaduais, que juntos poderiam dar um bom suporte ao governo, que contabiliza 12 parlamentares do colegiado de 36 da Assembleia.
O governo receia perder essa votação das contas referente ao exercício financeiro de 2011, que passou pelo Tribunal de Contas com ressalvas no parecer do conselheiro-relator Umberto Porto.
Por isso, a chance de ser rejeitada é grande no plenário da Assembleia, que na semana passada aprovou mudanças no Regimento Interno, entre elas define que nos casos de apreciação de contas do governo resta apenas uma aprovação por maioria simples.
A votação das contas do governo Ricardo Coutinho deverá acontecer na volta do recesso parlamentar em fevereiro. Até lá, o PMDB poderá se transformar na “noiva” mais cobiçada deste Estado.
Sinalização de uma reaproximação já existe. Basta observar recentes declarações do deputado Trocólli Júnior (PMDB). “Não se pode descartar nenhum tipo de diálogo”.
A informação que poderá ser confirmada.

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