Parece que estamos caminhando celeremente para um segundo turno das eleições paraibanas, a julgar que não estarmos observando diferença no guia eleitoral dos candidatos. A mesmice de sempre. Ao menos, foi o que vimos na primeira semana da exibição gratuita na TV e no Rádio.
Pensávamos em inovação das equipes de marketing. Porém, surpreendentemente, está parecendo mais do mesmo. Neste contexto, as redes sociais largaram na frente dos profissionais que produzem os seus postulantes a mandatos majoritários, em especial.
Pois bem. O que ser observa é que haveremos uma disputa acirrada entre os nomes colocados na disputa pelo governo do Estado. É possível antecipar, e aqui vai apenas um prognóstico do que temos observado, é que teremos prorrogação.
Sem dúvida. Na Paraíba, não recordo nas últimas décadas nenhum fenômeno neste sentido. Lucas Ribeiro, candidato reeleitoral; Cícero Lucena e Efraim Filho estão na disputa e cada um usando sua estratégia para estar na segunda etapa das eleições paraibanas.
Por isso, é que há claramente a tendência de segundo turno, com chances maiores para estar lá o governador Lucas Ribeiro. O segundo colocado está entre Cícero e Efraim, ou Efraim e Cícero. Eles já disseram que vai estar no mesmo palanque quem ultrapassar essa primeira fase.
O segundo turno reserva perigo para Lucas. Só para refrescar a memória do eleitor paraibano, Cássio Cunha Lima se uniu a Ricardo Coutinho para derrotar José Maranhão, de saudosa memória. Se elegeu. O próprio Ricardo se uniu ao então prefeito Luciano Cartaxo e derrotou Cássio, ambos os casos no segundo turno.
Será que agora veremos Efraim e Cícero unidos para derrotar Lucas no segundo turno. Será? Por isso, todo o esforço dos “Ribeiro” para tentar faturar o primeiro turno, evitando o acréscimo desse jogo.
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