Esposa do deputado federal Damião Feliciano, mãe de Gustavo (ministro do Turismo) e Renato, ambos Feliciano, suplente do candidato a senador Nabor Wanderley; eis o critério usado pelo governador Lucas Ribeiro para escolha da vice Lígia Feliciano. Escolheu mal, a começar pelo fato também da chapa ser pura de Campina Grande.
A repercussão não foi das melhores do nome. Quem acompanhou o período em que Lígia esteve vice de Ricardo Coutinho teria sido de desconfiança do começa ao fim, que o diga o então governador na época filiado ao PSB e ela no PDT.
A escolha pode ter desagrado a gregos e troianos, a começar pelo presidente da Assembleia, Adriano Galdino. Aguarda-se um pronunciamento dele. O PT gostou, pois trabalhou para afastar o nome da coronel Viviane Vieira, tachando-a de “bolsonarista“. Nada a ver, só por ela ser militar. Preconceito puro.
Quem melhor poderia dar um depoimento sobre a escolha de Lucas era o ex-governador Ricardo Coutinho, que enfrentou o que enfrentou [Operação Calvário] porque não teve confiança suficiente para se afastar do cargo para concorrer ao Senado. À época seria eleito fácil, fácil…
