Edvaldo Neto bem sabe que não é ‘ele’ na eleição de Cabedelo

Percebe-se que o prefeito interino de Cabedelo, Edvaldo Neto (Avante; foto), não é “ele” na disputa que acaba dia 12 de abril, com a eleição suplementar do município.

Sabe que está em má companhia, mas prefere que seja assim ao ter que sacrificar o mandato que parece certo a julgar pelas pesquisas, sérias ou não.

Ao menos estabeleceu a estratégia correta para estar na crista da onda, principalmente quando define o voto em João Azevêdo (PSB) para o Senado e Lucas Ribeiro (PP) para o governo do Estado, em outubro.

Mesmo sabendo que Nabor Wanderley (Republicanos) tem poucas chances de se eleger senador, mantém o compromisso com o deputado federal Hugo Motta (Republicanos), de quem é eleitor.

Mas, enfim, Neto precisa atravessar a rua na faixa de pedestre para não ser atropelado por determinados políticos que o apoia – leia-se o seu candidato a deputado estadual Vitor Hugo.

O então prefeito tem uma condenação pela Justiça Eleitoral por malfeitos na campanha de 2024. Por isso, a eleição suplementar de 12 de abril.