Pressa de Ricardo Coutinho não é a mesma do Supremo

Condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o inelegível Ricardo Coutinho (PT) faz um verdadeiro malabarismo por Brasília em busca de um perdão judicial para que possa concorrer às eleições deste ano.

Os corredores do Supremo Tribunal Federal (STF) acumulam pegadas dos seus defensores. Os ministros Ricardo Lewandowski, Roberto Barroso, Edson Fachin e Alexandre de Morais estão impedidos de julgar por integrarem o colegiado do TSE.

O ministro Dias Toffoli, sequer, analisou o pedido de liminar requerido pelos defensores de Coutinho. E repassou. O caso, agora, está com a ministra Rosa Weber. Bem… só Deus sabe o que vai acontecer (?)

Pré-candidato a senador, mesmo com a ficha suja, três contas rejeitadas e fazendo um périplo pelas ações penais no âmbito da operação Calvário, o ex-governador Coutinho torce por um perdão, que vem a ser uma liminar.

Alega nos autos do pedido que sua inelegibilidade termina três dias após a eleição de 2 de outubro, também que a diplomação e posse, caso seja eleito, acontecerá já fora do prazo da condenação por inelegibilidade.

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