Servidores do IPEP: prevaleceu a justiça que não é tão cega

Foi por causa de uma herança maldita, ressaca de uisque ruim, deixada pelo antecessor que o governador João Azevêdo vai abrir os cofres do Estado para pagar R$ 5 milhões aos antigos servidores do IPEP, que ganharam uma ação na justiça depois de um longo período de perseguição.

Só porque botou na cabeça que os funcionários do Instituto de Previdência do Estado da Paraíba teria votado em José Maranhão, em 2010, o ex-governador Ricardo Coutinho decidiu massacra, perseguir e colocar para fora suas atitudes fascista.

Ontem, a Primeira Câmara Civil do Tribunal de Justiça decidiu, por unanimidade, ordenar o pagamento de salários integrais dos servidores. O resultado contou com a sensibilidade do desembargador José Ricardo Porto, relator do processo, e os colegas Leandro dos Santos e Fátima Bezerra Cavalcanti.

Lembrar que antes da decisão de Porto, os juízes Lúcia Ramalho, em 2011, e Gutemberg Cardoso, em 2017, já tinham se pronunciado a favor da ação dos servidores.

Portanto, prevaleceu a justiça que não é cega.

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