Noteiras: Polícia Federal prende os donos da empresa Caranguejo

A Polícia Federal não da trégua nem em tempos de pandemia do coronavírus. Nesta sexta-feira (3) os federais foram as ruas da Paraíba e Pernambuco para prender proprietários da empresa de aguardente Caranguejo, numa operação batizada de Noteiras, que significa notas emitidas de modo irregular.

Juntos com outras empresas, os proprietários da Caranguejo são acusados de movimentar, de forma ilícita, cerca de R$ 200 milhões em mercadorias e notas fiscais inidôneas. Luiz Magno Almeida e seu filho – recebe o mesmo nome – foram localizados e detidos.

O pai por estar com um problema de saúde deve ficar em prisão domiciliar. O filho está detido na superintendência da Polícia Federal, segundo informações. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados.

As investigações chegaram aos acusados através de uma denúncia, entre as quais os crimes de organização criminosa, falsidade ideológica, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas, somadas, totalizam 28 anos de reclusão.

Atuaram na operação a Secretaria de Estado da Fazenda, Ministério Público da Paraíba (Promotoria de Crimes Contra Ordem Tributária) e Polícia Civil (Delegacia de Especializada de Combate aos Crimes Contra Ordem Tributária).

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