O tornozelado Ricardo Coutinho, réu na Operação Calvário/Juízo Final e preso na oitava etapa em dezembro, não percebeu que sua fala só faz irritar à população paraibana, senão 100%, mas 99% pretende vê-lo pelas costas.
É que nos tempos do novo coronavírus os mais de R$ 134 milhões desviados da saúde durante o governo do socialista girassoláico, conforme as investigações do Gaeco/Ministério Público/Polícia Federal, estão fazendo falta.
No final de semana, ele foi para as redes sociais (sem os comentários, é claro) criticar o governador João Azevedo por ter se reunido com os prefeitos Luciano Cartaxo e Romero Rodrigues.
Claro, não teria a grandeza para uma solução compartilhada, porque seria o mesmo do jargão popular quando diz que seria “cada um por sí e Deus por todos”. É um HIPOCRITA (com letras maísculas mesmo), conforme artigo escrito por Helder Moura.
O jornalista do Intrometidos comparou o ex-governador e ex-presidiário Ricardo Coutinho ao romano Cícero, “rerefindo-se ás criticas de Catalina”. E Helder prosseguiu parafraseando o autor: “Até quando abusarás, Catalina, de nossa paciência?”.
E já com suas palavras em seu blog complementou: “Até quando abusará, Ricardo Coutinho, da paciência dos paraibanos diante de todo o mal que você causou à Paraíba (?)”.
Bem, o que acontecer aos paraibanos nesta pandemia do Convid-19, os paraibanos deve débitar na conta do ex-governador, que instalou uma organização criminosa para subtrair recursos da saúde.
E quem disse que Ricardo é o “comandante máximo” da ORCRIM não foi uma ou duas pessoas, mas cinco delatores. Foram eles: Daniel Gomes, Leandro Nunes, Livânia Farias, Maria Laura e Ivan Burity.
E para que não haja nenhuma dúvida, o que os delatores disseram entre quatro paredes está tudo de posse do Gaeco, devidamente guardado para no momento exato mostrar que o roubo pode ser muito mais do que R$ 134 milhões.
Também, e aí é o que mais está tirando o sono do ex-governador e de seus comparsas: tudo o que já foi investigado também está nas mãos do desembargador Ricardo Vital de Almeida, tão linha dura quanto Octávio Paulo Neto.
Para não haver dúvida: “*Catalina era um senador demagogo, populista, com vocação para ditador, ansioso por apropriar-se do poder em Roma atacando adversários e dizendo-se honesto”.
