Ricardo era sócio oculto de negócio fraudulento, segundo o MPC

Antes tarde do que nunca, o Tribunal de Contas – ele agora está em todas – pediu a anulação de negócios escusos envolvendo a compra de ações do Laboratório Industrial e Farmacêutico da Paraíba (Linfesa) por parte de Daniel Gomes, delator da Operação Calvário.

Segundo investigação do MPC – Ministério Público de Contas, o ex-governador Ricardo Coutinho é citado como sócio oculto, o mandachuva que detinha o poder sobre as compras de medicamentos do Estado e de Municípios. Coutinho é réu no processo de produção de dossiê contra conselheiro do TCE.

No relatório sobre a narrativa envolvendo o sócio oculto do delator Daniel Gomes, o MPC destaca ser preciso desfazer a “nefasta sociedade entre o Estado da Paraíba e a empresa Troy SP, notadamente porque a participação de referida empresa foi feita de forma fraudulenta, de modo a ocultar os verdadeiros proprietários de fato das ações negociadas”.

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