Se não apressar em chegar a um entendimento com os antigos servidores do IPEP, o Governo do Estado corre risco de sofrer uma derrota, e feia, quando do julgamento de um caso que já tem decisão da própria Justiça, daqui e nos tribunais superiores.
É importante destacar a indignação de todos os funcionários que sofreram o “diabo que o pão amassou”, conforme o ditado popular, principalmente as perseguições do então governador Ricardo Coutinho, hoje enrolado sendo acusado de corrupto.
Como se sabe, a postergação jurídica do processa já deixou muitos dos antigos servidores sem saber o resultado da ação, pois vários deles nem aqui estão mais para comemorar a vitória dos justos.
Mas essa situação, que chega a indignar até mesmo quem está de fora, tem tudo para ter um final feliz nos próximos dias com a determinação do desembargador-relartor José Ricardo Porto pedindo pauta para julgamento, faltando apenas a publicação da mesma.
Os advogados dos servidores acreditam que a Primeira Câmara Civil do Tribunal de Justiça da Paraíba deva confirmar, em breve, a decisão monocrática do relator, bem como garantir a autoridade dela, “a fim de que retornemos o curso da execução com a liberação dos bloqueios financeiros anteriormente realizados”.
Na Primeira Câmara, será decidida se “a ADPF 369 e a decisão do desembargador-presidente Márcio Murilo poderão afetar o nosso processo, tendo em vista as decisões antes já existentes e os trânsitos em julgado, o que confiamos plenamente não ser possível”, conforme descreve a representação do escritório Vita Advogados & Consultores.
Mais de 1,2 mil pais e mães de família, antigos servidores do IPEP, brutalmente perseguidos pelos governo do PSB. E lembrando: muitos já faleceram esperando por Justiça, cega para os sofridos funcionários do extinto Instituto de Previdência do Estado da Paraíba.
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