Só o promotor Octávio Paulo Neto, também coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, na Paraíba, sabe o que ainda estar por vir das investigações da Operação Calvário/Juízo Final.
A decisão de ontem do Superior Tribunal de Justiça não desestimula Paulo Neto, que classificou como “parte do processo democrático”. Em entrevista, afirmou que o combate ao crime organizado irá continuar. E deve mesmo seguir, avançando nas investigações.
“Eu acho que os órgãos de persecução e controle no Brasil têm que ter resiliência e a gente tem que persistir”, disse. Logo em seguida, um recado duro: “Agente cuida do pecado e não do pecador”, complementou Paulo Neto.
Expôs, ainda, que “uma vez que estamos convictos que o trabalho está sendo bem feito e que é necessário determinadas medidas e determinadas ações…”
“… E, se porventura o judiciário não acolher o judiciário não acolher, a gente vai buscar os recursos e os meios necessários como tem sido feito…”
“… E não tem nenhum problema o judiciário entender de maneira diversa, da mesma forma que também não tem problema nenhum da gente buscar os recursos adequados”, arrematou.

Parabéns ao Dr. coordenador do GAECO