Os funcionários do antigo Ipep – Instituto de Previdência do Estado da Paraíba – esperam que o governador João Azevedo cumpra a promessa durante entrevista concedida à Rádio Correio, quando achou justa a luta dos benefícios assegurados por decisões judiciais conquistadas nos tribunais.
“Esperávamos uma postura diferente do governo anterior e um olhar mais voltado para aqueles que um dia fizeram parte do seu mesmo local de trabalho. Entretanto, nada disso aconteceu e permanecemos sendo desvalorizados”, diz nota dos sindicalistas.
Lamenta, ainda, que “nenhuma providência foi tomada e o que se observa é nada mais que a continuação de um governo arbitrário que não dá importância ao servidor público”.
Surpreende é que desde a data da entrevista no começo do ano, “da lá para cá, o procurador (Fábio Andrade) não acertou nada com o governador e nem sentou com ninguém da categoria”, reforça a entidade representativa dos servidores do antigo Ipep.

Nos Funcionários Ativos e Aposentados do IASS/IPEP, durante esses mais de nove anos estamos sofrendo violências, iniciadas janeiro de 2011, data da posse do Ex-Governador da Paraíba Ricardo Coutinho, que nos prejudicou com a interferência do Poder Executivo Estadual em inúmeras decisões e procedimento judiciais e administrativos na esfera do Judiciário Paraibano.
O estado vem reiteradamente descumprindo decisões que impactam diretamente a vida de 1.200 (mil e duzentas) famílias IPEPIANAS, que há mais de 09 anos, estamos sem obter nossos vencimentos de forma correta. E no decorrer desses anos, mais de 50 colegas já faleceram e um suicídio comprovado, sem recebermos o que nos é de direito. Direito esse reconhecido em decisões transitadas em julgado desde 2004.
Um a coisa absurda e difícil de acreditar, mas até o nosso Processo na 3ª Vara sumiu e só foi reconstituído, porque a nossa banca de advogados tinha digitalizado, quando pediu carga do mesmo. E pasmem nunca foi descoberto quem fez tamanha maldade,
A título de informação, o acréscimo representa menos de 1% da folha de pagamento do Estado.
A má-fé do Estado vem sistematicamente com medidas protelatórias, dificultando o cumprimento de decisões judiciais em relação ao “Caso IPEP”, mas em todas, sem exceção, os Juízes de Direito, Desembargadores e os Ministros decidiram em nosso favor.
Em 2015, o FASCISTA mais uma vez, com o objetivo de anular o Decreto Estadual nº 11.981/8, que dispunha sobre o quadro de pessoal do Instituto de Previdência do Estado da Paraíba – IPEP, impetra um recurso chamado ADPF- Arguição de descumprimento de preceito fundamental e quer que até os mortos sejam exonerados, depois de 33 anos.
O interessante é que desde que a ADPF, foi para o Pleno do STF, em 15.05,2019, todas as vezes é adiada, qual será o motivo desses adiamentos? Para nossa surpresa o ex-governador está em Brasília.
Em 30.12.2019, o Excelentíssimo presidente do TJPB, manda desbloquear os cinco milhões, feito pelo Juiz da Terceira Vara da Fazenda, enquanto não for concluído o julgamento do mérito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental-ADPF Nº 369, pelo Supremo Tribunal Federal.
Completamos no mês de janeiro de 2020, nove anos de impunidade, do “Caso IPEP”, longos anos de humilhações, desrespeito, fome, doenças, mortes, suicídios… Onde a justiça é omissa e falha.
O que vemos hoje é proliferar no Brasil e principalmente na Paraíba a INJUSTIÇA e sempre acompanhada da impunidade, criando um enorme descredito na população.
Os poderosos de colarinhos brancos, com certeza jamais sentirão a dor daqueles que suam para trabalhar para ganharem no final do mês um salário mínimo para cobrir todas as despesas, isso significa “SOBREVIVENCIA”.
Eles estão no poder e que se lixem os demais, porque fazem tudo em prol deles mesmo, elaboram leis, aprovam seus exorbitantes salários, não pagam energia, água, telefone, não fazem feira, moram em residências luxuosas sem pagar um centavo e ainda por cima com segurança vinte quatro horas.
Fizemos uma peregrinação em quase todos os eventos onde o atual governador João Azevedo ia participar, com a intenção de falar com ele e chamar a sua atenção sobre o nosso Caso IPEP, sempre foi atencioso, Chegamos a falar e ouvir de sua boca que iria resolver a nossa situação, chegou até pedir a repercussão da Folha de Pagamento, mas tudo não passou de um blefe.
Agora pergunta que não quer calar: Porque só nós os funcionários do IPEP, fomos punidos, onde a maioria dos funcionários do estado de todos os poderes antes da constituição de 1988, foram admitidos da mesma forma que nós fomos?
Tânia Mendes
“Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!”. É com esta frase do saudoso Rui Barbosa que iniciamos mais um belo dia, mesmo que chuvoso e escuro consegue se assemelhar a nossa realidade.
É interessante observar cada detalhe dessa luta que estamos enfrentando, uma luta constante que, por muitas vezes, fez surgir em nossos pensamentos à sensação de desistência, de perceber que não adianta mais insistir na busca por algo considerado tão difícil. Infelizmente o governo plantou essa semente em nossas vidas desde 2011, após a retirada arbitrária de um direito líquido e certo concedido de modo absolutamente justo e corroborado através de inúmeras decisões favoráveis proferidas por todas as instâncias judiciais. Ocorre que desde a entrada do ex-governador RICARDO COUTINHO e até os dias atuais com o então governador JOÃO AZEVÊDO a nossa categoria vem sendo desrespeitada e desvalorizada, sem que haja qualquer consideração com aqueles que tanto contribuíram para o desenvolvimento e fornecimento de um serviço de saúde adequado para os diversos grupos de servidores do Estado da Paraíba. O que nitidamente observamos é nada mais que um tratamento diferenciado de outros órgãos que há anos gozam do mesmo direito que estamos buscando, mas que o governo insiste em negar.
No entanto companheiros, apesar de todas as dificuldades enfrentadas, que possamos olhar para o céu e perceber que além da escuridão e de toda a tempestade sempre há uma luz a nos iluminar, luz esta que nunca nos abandonou e nos fará alcançar a vitória definitiva.
“Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.” Isaías 40:31.
Governador João Azevedo isso é uma falta de respeito com os funcionários do ipep.
No caso do ipep /iass há ocorrência de três crimes contra os servidores. Primeiro. Ricardo Coutinho desobedeceu a justiça e retirou deliberadamente em ato obscuro o valor da causa transitada e julgada implantada no contracheque dos servidores, foi ato ilegal, abusivo e criminoso contra os servidores. Pior… Rende até hoje os servidores ainda sofrem, pois diante do segundo crime, só que praticado pelo procurador geral, hoje presidiário, gilberto Coutinho, crime: litigancia de má fé. Decisão judicial não se discute, se cumpre, mas com a gang de Gilberto, simplismente, mandou descumprir a execução judicial do salário dos servidores seis meses depois de implantado… Crime hediondo… Gilberto não poderia recorrer de uma causa executada, transitada e julgada, e, simplesmente por perseguição, má fé e maldade ameaçou os servidores dizendo que recorreria até no tribunal de Haia, na Holanda, para não pagar os servidores e até uma adpf, uma recorrência sem nenhuma fundamentação lógica para tumultuar mais uma vez a execução da causa dos servidores, até hoje, como último impecilho ainda dando argumentos somente para procrastinar e massacrar os funcionários vivos naquela instituição. Terceiro crime… O mistério do desaparecimento dentro do próprio tjpb do processo completo que rege a causa. É inacreditável, simplismente, desapareceu, foi roubado, sumiu o processo. Graças ao sindicato que resguardo cópias, pode-se refazer grande parte do processo. Com o advento da operação Calvário, seria sugestivo perguntar se nas buscas e apreensões nas casas do bandidos do girassol se haveriam encontrado este processo cujo sumiço só interessava à maldade de Ricardo Coutinho e Gilberto carneiro. A justiça divina já chegou, todos os algozes criminosos estão ou foram presos. Mas, o mais grave… Os salários dos servidores e a reparação pelos danos financeiros e morais ainda não foram repostos, pois estão sob protelação, adiamento, massacre promovido pelo atual governador e pelo atual presidente do tjpb que ficam jogando um para o outro a resolução do crime de perseguição impetrado por Ricardo Coutinho aos servidores do ipep/iass. Deus tenha piedade de todos.
Simplesmente bizarro e surreal! Parece terra de ninguém onde, “manda quem pode e obedece quem tem juízo”. Cadê a justiça pra fazer valer suas determinações????
Os servidores “ganham…mas não levam”!
Até quando????
Isso verdade justiça sem poder comprada dinheiro sujo dos mortos na fila dos hospitais mais cuidado lei do retorno