O governo do socialista Ricardo Coutinho só era “bom” e “ótimo” na propaganda institucional, aquela virtual paga para enganar à população. Não passava de mentira e a imprensa que imprensa alertava sobre isso desde o período das administrações do ex-governador, também na Prefeitura de João Pessoa.
Até o TCE – Tribunal de Contas do Estado – caiu na lábia do gestor da época, aprovando contas sucessivas. Pois bem, a Corte se depara, agora, com irregularidades inúmeras, a exemplo da não aplicação do mínimo de 12% constitucional na saúde, de 60% índice legal do Fundeb na remuneração do magistério.
As irregularidades foram apontadas pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas, Manoel Antônio dos Santos Neto, que opinou pela reprovação do período de 2017 do então governador Ricardo Coutinho, ex-presidiário e apontado como chefe da organização criminosa (orcrim) que desviou recursos da saúde e educação.
Mas o Ministério Público de Contas apresentou outras irregularidades, também graves. Quais sejam: inobservância da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentária), persistência de codificados na estrutura administrativa do Estado, republicação irregular de decretos de abertura de créditos, abertura de crédito especial sem autorização legal.
